Foto: EFE
Torcedores do Glorioso,
Podemos dizer que a derrota do Botafogo para o Cerro Porteño teve gosto de empate. Tanto é que o resultado mais simples do futebol, 1 a 0, já nos dará a classificação para a semifinal. Para o Cerro, a vitória teve um gosto especial, mas também ficou amargo, entretanto, assim como o glorioso, eles foram beneficiados pela arbitragem. No quesito apito, os paraguaios levarama melhor, tiveram um gol irregular validado e tantas outras faltas de jogo a favor do fogão que o árbitro deixou de marcar. No lado do alvinegro, o gol também foi irregular, mas compensou outros erros do juíz. Placar final: Cerro Porteño 2 x 1 Botafogo.
O lado ruim da noite não foi a derrota do Botafogo, aliás, passou bem longe do Paraguai. Em São Paulo, o Santo André derrotou o Palmeiras por 2 a 0 e colocou o alvinegro carioca mais uma vez na zona de rebaixamento do campeonato brasileiro. Voltando a Assunción, os paraguaios mostraram que queriam o resultado a todo custo e nos primeiros 10 minutos exerceram pressão sobre o Botafogo, porém o goleiro Jéfferson estava atento e evitou qualquer prejuízo logo no início.
Enquanto isso o alvinegro nem chegava, apenas Thiaguinho, num chute sem direção, tentou qualquer coisa no ataque. Só que na cobrança de escanteio de Gabriel, Fahel subiu mais que a defesa e balançou a rede, mas o árbitro anulou o gol marcando falta do volante do Botafogo. Sentindo que o Bota havia acordado no jogo, o "El Ciclón" voltou a impor seu ritmo, o argentino Nanni era o mais perigoso. Foi exatamente dele o lance que gerou polêmica na premeira etapa. Após evitar uma saída de bola em posição de impedimento, Nanni tocou para seu companheiro que achou Recalde na área, o camisa 18 dominou bonito e fuzilou Jéfferson. 1 a 0.
O Bota ainda demorava a chegar, sentia falta de um homem de criação, definitivamente não era a noite de Renato, o alvinegro sentiu falta do maestro Lúcio Flávio. Lá atrás, Jéfferson, o goleiro de verdade, fez uma defesa incrível e evitou o segundo. A última chance do fogão no primeiro tempo foi numa cobrança de falta de Juninho, que acabou não pegando bem.
Para o segundo tempo, o Bota voltou mais ligado, embora o Cerro ainda fosse um pouco melhor, o árbitro começou a trocar faltas no meio campo e premiou vários jogadores do Botafogo. Aos 12 minutos, Reinaldo dividiu com a defesa e levou a bola com a mão, já cara a cara com o goleiro, ele escolheu o canto e empatou. 1 a 1.
De tantas faltas bobas no meio-campo, Léo Silva foi expulso e desfalca o Botafogo no próximo jogo (a melhor notícia da noite). O Cerro foi para o ataque, e El Tigre Ramirez foi para o jogo, depois de um bate-rebate o ex-flamenguista encheu o pé e Jéfferson salvou defendendo com as unhas do pé esquerdo. Com um goleiro tão bom sob as traves, Emerson fez questão de testá-lo fazendo pênalti em Nanni, o que gerou a expulsão do zagueiro do Bota (mais uma boa notícia). O próprio Nanni bateu e Jéfferson ainda tocou nela, mas não evitou. 2 a 1.
No final do jogo, o fogão se segurou como pode e ainda viu Recalde ser expulso após falta violenta em Reinaldo. No jogo da volta, no Engenhão (se ainda estiver inteiro após a partida com o Flamengo), o Bota precisa fazer 1 a 0 para se classificar.
FICHA TÉCNICA:
CERRO PORTEÑO (PAR) 2 X 1 BOTAFOGO
Podemos dizer que a derrota do Botafogo para o Cerro Porteño teve gosto de empate. Tanto é que o resultado mais simples do futebol, 1 a 0, já nos dará a classificação para a semifinal. Para o Cerro, a vitória teve um gosto especial, mas também ficou amargo, entretanto, assim como o glorioso, eles foram beneficiados pela arbitragem. No quesito apito, os paraguaios levarama melhor, tiveram um gol irregular validado e tantas outras faltas de jogo a favor do fogão que o árbitro deixou de marcar. No lado do alvinegro, o gol também foi irregular, mas compensou outros erros do juíz. Placar final: Cerro Porteño 2 x 1 Botafogo.
O lado ruim da noite não foi a derrota do Botafogo, aliás, passou bem longe do Paraguai. Em São Paulo, o Santo André derrotou o Palmeiras por 2 a 0 e colocou o alvinegro carioca mais uma vez na zona de rebaixamento do campeonato brasileiro. Voltando a Assunción, os paraguaios mostraram que queriam o resultado a todo custo e nos primeiros 10 minutos exerceram pressão sobre o Botafogo, porém o goleiro Jéfferson estava atento e evitou qualquer prejuízo logo no início.
Enquanto isso o alvinegro nem chegava, apenas Thiaguinho, num chute sem direção, tentou qualquer coisa no ataque. Só que na cobrança de escanteio de Gabriel, Fahel subiu mais que a defesa e balançou a rede, mas o árbitro anulou o gol marcando falta do volante do Botafogo. Sentindo que o Bota havia acordado no jogo, o "El Ciclón" voltou a impor seu ritmo, o argentino Nanni era o mais perigoso. Foi exatamente dele o lance que gerou polêmica na premeira etapa. Após evitar uma saída de bola em posição de impedimento, Nanni tocou para seu companheiro que achou Recalde na área, o camisa 18 dominou bonito e fuzilou Jéfferson. 1 a 0.
O Bota ainda demorava a chegar, sentia falta de um homem de criação, definitivamente não era a noite de Renato, o alvinegro sentiu falta do maestro Lúcio Flávio. Lá atrás, Jéfferson, o goleiro de verdade, fez uma defesa incrível e evitou o segundo. A última chance do fogão no primeiro tempo foi numa cobrança de falta de Juninho, que acabou não pegando bem.
Para o segundo tempo, o Bota voltou mais ligado, embora o Cerro ainda fosse um pouco melhor, o árbitro começou a trocar faltas no meio campo e premiou vários jogadores do Botafogo. Aos 12 minutos, Reinaldo dividiu com a defesa e levou a bola com a mão, já cara a cara com o goleiro, ele escolheu o canto e empatou. 1 a 1.
De tantas faltas bobas no meio-campo, Léo Silva foi expulso e desfalca o Botafogo no próximo jogo (a melhor notícia da noite). O Cerro foi para o ataque, e El Tigre Ramirez foi para o jogo, depois de um bate-rebate o ex-flamenguista encheu o pé e Jéfferson salvou defendendo com as unhas do pé esquerdo. Com um goleiro tão bom sob as traves, Emerson fez questão de testá-lo fazendo pênalti em Nanni, o que gerou a expulsão do zagueiro do Bota (mais uma boa notícia). O próprio Nanni bateu e Jéfferson ainda tocou nela, mas não evitou. 2 a 1.
No final do jogo, o fogão se segurou como pode e ainda viu Recalde ser expulso após falta violenta em Reinaldo. No jogo da volta, no Engenhão (se ainda estiver inteiro após a partida com o Flamengo), o Bota precisa fazer 1 a 0 para se classificar.
FICHA TÉCNICA:
CERRO PORTEÑO (PAR) 2 X 1 BOTAFOGO
Estádio: General Pablo Rojas, Assunção (PAR)
Data/hora: 21/10/2009 - 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Sergio Pezzota (ARG)
Auxiliares: Roberto Reta (ARG) e Norberto Moyano (ARG)
Renda/público: não disponível
Cartões amarelos: Villarreal, Recalde e César Ramirez (CER); Jefferson, Fahel, Victor Simões e Leandro Guerreiro (BOT)
Cartões vermelhos: Léo Silva, 14'/2°T (BOT), Emerson, 33'/2°T (BOT) e Recalde, 47'/2°T (CER)
Data/hora: 21/10/2009 - 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Sergio Pezzota (ARG)
Auxiliares: Roberto Reta (ARG) e Norberto Moyano (ARG)
Renda/público: não disponível
Cartões amarelos: Villarreal, Recalde e César Ramirez (CER); Jefferson, Fahel, Victor Simões e Leandro Guerreiro (BOT)
Cartões vermelhos: Léo Silva, 14'/2°T (BOT), Emerson, 33'/2°T (BOT) e Recalde, 47'/2°T (CER)
GOLS: Recalde, 33'/1°T (1-0); Reinaldo, 12'/2°T (1-1); Nanni, 36'/2°T (2-1)
CERRO PORTEÑO: Barreto, Diego Herner, Miguel Torren (Piris, intervalo) e Cardozo; Villarreal (Julio dos Santos, 22'/2°T), Julio Irrazábal, Brítez, Recalde e Luis Cáceres; Nuñes (César Ramirez, 12'/2°T) e Nanni. Técnico: Pedro Troglio.
BOTAFOGO: Jefferson, Emerson, Juninho, Wellington; Thiaguinho (Diego, 30'/2°T), Léo Silva, Fahel, Renato (Leandro Guerreiro, 17'/2°T) e Gabriel (Rodrigo Dantas, 10'/2°T); Reinaldo e Victor Simões. Técnico: Estevam Soares.
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